Olá pessoal, todos do mundo Ruby On Rails já ouviram falar de Rspec. Uma excelente biblioteca para testes(na verdade specs) automatizados, só que ao contrário do Test::Unit (lib padrão do Ruby para testes) o Rspec ainda não é simples de aprender pois a documentação oficial é fraca já que ele está em constante atualização. Na maioria das vezes o que você vai encontrar para ajudar são posts em blogs.
Já á alguns meses venho usando Rspec em alguns projetos e ele é sem dúvida muito legal, mas também tive alguns problemas para aprender (e ainda tenho muito para aprender), e desde que comecei a estudar RSpec aguardo o tão prometido livro The RSpec Book: Behaviour Driven Development with RSpec, Cucumber and Friends que até ontém não estava disponível.
Este livro promete preencher este vazio em relação ao aprendizado de BDD com Rspec.

Escrito por ninguem menos que David Chelimsky, Dave Astels, Zach Dennis, Aslak Hellesoy, Bryan Helmkamp e Dan North , que são as principais figuras nas comunidades Rspec, Cucumber, Webrat e tudo mais relacionado a testes e Rails.
O livro ainda está em beta mas sem dúvida vale a pena conferir. Já está na minha lista.
Me lembro ainda quando estava na faculdade e comentei sobre o Rails e como ele tinha melhorado a produtividade do meu trabalho, então um amigo perguntou que empresa era responsável pelo Rails e eu disse, que graças a deus, ele era open-source… o cara ficou na dúvida se poderia apostar em algo que não tem uma empresa por trás, pois ficou com medo de algum dia o projeto morrer por falta de participantes ou investimento.
Ai que está, projetos open-source como o Rails não precisam de necessariamente investimentos em dinheiro ou fins lucrativos, os produtos gerados com ele que são responsáveis por pagar os salários de quem contribui com o projeto. Este tipo de projeto nunca morre pois na pior da hipóteses, qualquer um que precise vai poder dar manutenção.
Abaixo está a resposta do porque projetos open-source(realmente open-source e da comunidade) e bem administrados vão sempre ter vantagem sobre projetos proprietários ou pseudo-opensource.
Veja abaixo um video que mostra um histórico visual do número de commits e seus contribuintes (é diferente do número de patchs enviados) no projeto do Rails desde o seu inicio. (veja mais sobre a ferramenta utilizada para gerar este video aqui ).
Vale a pena ver em HD aqui:
Ruby on Rails from Ilya Grigorik on Vimeo.
Michael Koziarski acabou de anunciar no blog oficial do Rails sobre um patch já muito pedido por vários usuários do Rails.
A idéia é que com este patch seja simplificado o trabalho quando precisamos de formulários aninhados… ou seja, um formulário para dois models ou models relacionados.
Ler o resto do postExistem várias formas para arrendondar coisas no html, mas várias delas podem ser infernais de fazer e de manter através de vários browsers.
Muitos scripts em JS fazem este trabalho (apesar de até hoje não ter encontrado nenhum 100% compatível com o IE6) em divs e outras tags, mas pessoalmente quando o assunto são menus em abas gosto mais de uma solução puramente em HTML e CSS.
Ler o resto do postTrailler do documentário Objectified que será lançado em março. Um video com entrevista sobre empresas e seus produtos, envolvendo design e o que faz seus clientes gostarem dos produtos físicos que estão a nossa volta. O video mostrará os bastidores de empresas como Apple( entrevista com Jonh Ive no laboratório de design de produtos ), BMW, New York Times Magazine, etc.
Nós não trabalhamos com design de produtos, mas acreditamos que tudo que está a nossa volta influencia no processo de criatividade (seja em design, seja em programação), além do segredo para amar os produtos físicos também ser o mesmo para produtos virtuais. Portanto este documentário será provavelmente será bem bacana.
Alguns sites bacanas de hoje sobre design…
Osteevylux.wordpress.com, possui produtos muito legais à venda.

O bodytype, no qual você vai digitando palavras que serão compostas por posições humanas.

Desenvolvedores Rails utilizam o terminal o tempo todo, inicialmente isso pode ser um pouco assustador para quem não está acostumado, mas o terminal é uma ferramenta amigável e excelente… claro estou falando do terminal do Mac( Linux também é excelente) e não do prompt do Windows que é horrível.
Se você é desenvolvedor Rails e tenta ficar se escondendo atrás de uma IDE para não ter que usar o terminal, então você nunca terá o conhecimento devido para trabalhar com Rails/Ruby da forma correta.
E como estou sempre usando terminal no Mac, várias vezes uso o comando open . para abrir a pasta atual no Finder, mas por padrão no Leopard não temos o contrário com facilidade. Abrir a pasta corrente do Finder no Terminal, e isso é algo muito útil.
Para resolver isso existem algumas abordagens como utilizar o Automator para gravar um workflow e adicionar no context menu que é exibido quando clicamos com o botão direito em uma pasta do Finder… mas esta solução também é um pouco trabalhosa pois você passar por três submenus do context até chegar a opção do Automator cada vez que você clicar com o direito sobre uma pasta.
Pensando desta forma resolvi usar um apple script compilado de forma que podemos coloca-lo na barra do finder. O que fiz então foi juntar alguns códigos em AppleScript aqui e ali e compilar isso em um app que abra a pasta corrente do Finder em uma nova aba do Terminal.
Então basta adicionar este app na barra do finder arrastando e soltando-o nela. O resultado será o abaixo:

Se você gosta de screencast mas não quer ficar instalando Camtasia ou IShowU na sua máquina, então vai a dica deste aplicativo fantástico , o ScreenToaster, (parte desenvolvido em Adobe Flex).

Ele permite gravação screencasts e edição seguida de upload direto para o site deles… tudo isso sem instalar nada (com exceção de um certificado digital e de ter a runtime do Java instalada para rodar um applet ) e rodando direto do navegador.
Além de permitir editar aúdio, video, capturar a tela toda ou um pedaço apenas, capturar webcam, adicionar legendas e mais uma série de recursos interessantes ele também permite exportar o video em AVI.
Achei este aplicativo muito bom e logo vou começar a fazer uns screencasts para postar aqui no blog.
Upload de arquivos em Rails é absurdamente simples, e um dos motivos que me fez amar este framework a primeira vista. Isso graças a alguns plugins que tornam o upload muito simples.

Mas se attachment_fu é tão bom, então porque usar paperclip? Ultimamente comecei a usar o paperclip em alguns projetos… e de fato ele consegue ser mais simples de configurar que o attachment_fu. Mas muito do que se fala por aí não passa de falta de conhecimento no attachment_fu, pois praticamente quase todos os recurso do paperclip estão presentes no attachment_fu.
Então quais são as reais vantangens?
Ler o resto do postVejam este video ( que lembra bastante o Surface da MS ), o sistema é composto por uma interface multitouch desenvolvido pela IntuiFace e roda inteiramente sobre o Flashplayer 10 e Adobe Air.

Imagem postada no blog da 37signal ... hehehe
Em 2008 treinamos mais de 100 pessoas em Flex, e agora em 2009 vou continuar com o curso de Flex 3 do básico ao avançado. Por tanto, se você está procurando algo para expandir seu horizontes, matricule-se pois as vagas já estão abertas .
Também surgiu a oportunidade de ministrar as novas turmas de Ruby on Rails do básico ao avançado. Será uma honra, e mais uma ótima forma de continuar estudando Rails. O curso começará em Abril mas as matriculas já estão abertas , não perca chance. No curso vamos abordar Rails 2.2 e uma série de outras coisas como o básico de Ruby.

Olá pessoal, sempre me perguntam qual o melhor livro sobre integração entre Flex e Rails… então sempre indico o Flexible Rails, mas o grande problema é que o Rails evolui muiiiito rápido e algumas coisas se tornam obsoletas e quando se está aprendendo isso pode atrapalhar um pouco.
O livro Flexible Rails continua sendo muito bom ( apesar de ter algumas coisas que eu não concordo com o autor ) mas como ele cobre o Rails 2.0 você provavelmente vai ter problema com algumas coisas que foram implementadas no Rails 2.1 e 2.2 como a nova forma de protect from forgery ( com um token enviado nos formulários html) e que não são explicados no Flexible Rails ( nada que o google não resolva ).

Mas hoje fiquei sabendo de um novo livro, o Flex on Rails ( escrito por Daniel Wanja e Tony Thillerson ), ainda não comprei o meu mas já estou de olho neste livro a um certo tempo e parece que é muito bom.
Nele são abordados temas como consumir e construir uma API rest com o Rails/Flex. Frameworks em Flex como Cairngorm e PureMVC além de algumas coisas que atualmente são praticamente padrão no mundo Rails como GIT e Capistrano e como usa-las em conjunto com o Flex.
Sem dúvida vale comprar, e ele já faz parte da minha próxma lista de livros.
Espero que aproveitem a dica.
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